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Museu do Amanhã

Museu do Amanhã – cobertura metálica móvel com balanços de até 70 m

Uma das principais obras do programa Porto Maravilha é um edifício com grandes desafios de engenharia. O Museu do Amanhã, concebido pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava,

tem estrutura de concreto com um formato curvilíneo único, além de uma cobertura metálica com balanços de 70 m e 65 m.

O museu faz parte do programa da Prefeitura do Rio de Janeiro de revitalização da região portuária, que engloba a demolição do Elevado da Perimetral, readequação de vias, implantação de VLT,

construção do Museu de Arte do Rio (MAR) e requalificação da Praça Mauá, além da construção do próprio museu.

O grande destaque arquitetônico/construtivo é a cobertura. O projetista Flavio D’Alambert, da Projeto Alpha Engenharia de Estruturas, explica que essa estrutura metálica, que tem mais de 330 m de comprimento,

é ancorada somente em dois pontos fixos – os demais apoios permitem deslocamentos horizontais, evitando a introdução de esforços devido ao trabalho de dilatação do conjunto. Pelo trabalho,

o engenheiro conquistou o Prêmio Talento Engenharia Estrutural 2015, na categoria Obras Especiais, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece).

Fonte: Portal Téchne

Telha Sustentável

Telha sustentável feita com fibras da Amazônia

Ecotelha

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) estão desenvolvendo uma “telha sustentável” – também no sentido ambiental.

Ela é feita principalmente com fibras naturais da Amazônia, como a malva e a juta, e com uma argamassa que inclui areia, resíduos de cerâmica e pouco cimento.

Essa composição, segundo o pesquisador João de Almeida Melo Filho, dá mais resistência ao material e pode melhorar a sensação térmica nas residências localizadas nas regiões mais quentes do país.

“Além de ter menos cimento em sua constituição, ela tem também areia, que se torna um material mais barato, além das fibras naturais. A matriz que utiliza o cimento é muito frágil e as fibras naturais

é que vão dar a verdadeira resistência a esse material,” disse ele.

Isso torna a ecotelha de fibras naturais superior às tradicionais telhas de fibrocimento.

Fonte: Portal  Inovação tecnológica

Elevador mais rápido do mundo

A empresa japonesa Hitachi anunciou que pretende construir um elevador capaz de alcançar velocidades de até 1.200 metros por minuto, o equivalente a 72 quilômetros por hora.

O elevador, que se tornará o mais rápido do mundo, levará 43 segundos para chegar do térreo ao 95° andar em um arranha-céus de Guangzhou, no sul da China.

Atualmente, o elevador mais rápido do planeta está em Taipé, capital de Taiwan, no Edifício 101, que é capaz de alcançar velocidades de 60,6 quilômetros por hora.

Ele vai do primeiro ao 89° andar em 37 segundos.

Conforto e segurança

A Hitachi está prometendo uma “viagem confortável” mesmo sob velocidades aceleradas no novo elevador.

O maior desafio é impedir que os passageiros de elevadores de alta velocidade sintam dores ou incômodos, como sentir os efeitos da mudança de pressão nos ouvidos.

Segundo a empresa, novas tecnologias de aceleração, controle de velocidade e pressurização poderão evitar a sensação de bloqueio nos ouvidos.

Além disso, freios capazes de resistir ao “calor extremo” garantirão a segurança do elevador mais rápido do mundo, sendo ativados no “improvável” caso de haver alguma falha no equipamento.

O edifício chinês, que deverá ser inaugurado em 2016, contará com um total de 95 elevadores, mas apenas dois deles serão de alta velocidade.

Outra novidade do edifício serão elevadores de “dois andares”, para levar um número maior de passageiros.

Fonte: Portal  Inovação tecnológica

Avanços Tecnológicos da Construção Civil

A primeira década do século XXI foi marcada pelo ingresso, ainda sutil, de diversas inovações tecnológicas na indústria da construção civil brasileira. Essas inovações foram motivadas pelo crescimento econômico, oferta de

financiamentos para a construção e reforma da casa própria, ingresso de empresas e produtos estrangeiros no mercado, e também por esforços acadêmicos em programas de pesquisas. A indústria de softwares,

misturando computação gráfica e sistemas de informação, e os programas de certificação, que visam aprimorar os processos construtivos preservando a qualidade ambiental, também se destacam.

Porém, ainda não é possível para boa parte das pessoas observar essa evolução nas construções contemporâneas. Pode-se dizer que estamos entrando na década que será marcada pela aplicabilidade deste conhecimento e das tecnologias.

Muitas soluções que chegaram, foram testadas em outros países com êxito. Entre as tecnologias mais difundidas destacam-se:

– Os sistemas construtivos steel e wood frame, com excelente desempenho térmico e acústico, alto grau de precisão no processo fabril, pouca perda de materiais.

– Os avanços nos sistemas de energias renováveis.

– O desenvolvimento das pesquisas internacionais que aprimoram o desempenho de produtos como revestimentos e argamassas.

– A tecnologia LED, que transformou a luminotécnica, a cenografia e a arquitetura de interiores.

– A automação, que integra sistemas e proporciona o gerenciamento real de instalações corporativas e residenciais.

– O retorno das lajes ajardinadas, conhecidas como coberturas verdes, com benefícios ecológicos e econômicos.

– Os avanços na tecnologia da computação gráfica e nos sistemas de informação, possibilitando a criação do sistema BIM – Building Information Modeling, que abrange todo o ciclo da construção em uma mesma plataforma.

Fonte: Orlando Ribeiro, presidente da AsBEA-PR e professor da UTFPR